Antes de mais nada, quero dedicar esse post a você que é do babado e que realmente gosta de ler. Essa postagem vai ser IMENSA porque quero desabafar e porque sim!
Por isso e porque talvez eu me esqueça de algum detalhe importante, vou escrever aqui em duas partes. Enjoy!
Hora do embarque: exp. aquele misto de medo, curiosidade, saudade e ansiedade.
Meu pai orgulhoso feat. who cares:.
Minha mãe fazendo o drama básico:
irmã sendo ela mesma (pfff..):
Meus amigos:

Eu triste porém não*.

Eu triste porém não*.
*Animada pra me jogar nesse big world of my God.
Chegou o dia tão esperado, considerado por mim o dia em que recebi a carta de alforria dos meus pais.
Mãe, se estiver lendo isso, me desculpa!
Passei por Guarulhos e apesar das 10h de espera foi tranquilo.
A coisa só ficou tensa quando desembarquei em Atlanta. Todo mundo falando inglês ou outro idioma (obvious), tudo totalmente diferente do que eu imaginei. A parte mais difícil da conexão em Atlanta foi a imigração. Não, não foi difícil passar. Mas tipo, tem uns 600 policiais e agentes lá, todo mundo te olhando como se você tivesse uma bomba ou traficando uma criança. Mas fora isso e o nervosismo acho que me saí bem. Pelo menos não precisaram chamar o tradutor..
Como o aeroporto é enorme e eu me perdi no de Guarulhos umas 3 vezes, eu fiquei pensando que seria pior em Atlanta. Mas enfim, deixei a vergonha de lado e saí perguntando de tudo. Onde tira a mala? Onde posso comprar tal coisa? Onde fica o portão tal? Como pega o trem pra tal terminal?
As vezes eu entendia de primeira, as vezes tinha que pedir pra eles repetirem. E assim fui me virando até chegar em Akron.
Todo mundo que eu falei até agora foi muito solícito. Quando digo que sou brasileira acham o máximo. MEDO. Não sei da fama da brasileirada por aqui, entao deixa quieto.
Em Akron eu encontrei uma das representantes da Kent State que me ajudou nos primeiros passos.
Proximo post: primeiro dia em Kent.
Passei por Guarulhos e apesar das 10h de espera foi tranquilo.
A coisa só ficou tensa quando desembarquei em Atlanta. Todo mundo falando inglês ou outro idioma (obvious), tudo totalmente diferente do que eu imaginei. A parte mais difícil da conexão em Atlanta foi a imigração. Não, não foi difícil passar. Mas tipo, tem uns 600 policiais e agentes lá, todo mundo te olhando como se você tivesse uma bomba ou traficando uma criança. Mas fora isso e o nervosismo acho que me saí bem. Pelo menos não precisaram chamar o tradutor..
Como o aeroporto é enorme e eu me perdi no de Guarulhos umas 3 vezes, eu fiquei pensando que seria pior em Atlanta. Mas enfim, deixei a vergonha de lado e saí perguntando de tudo. Onde tira a mala? Onde posso comprar tal coisa? Onde fica o portão tal? Como pega o trem pra tal terminal?
As vezes eu entendia de primeira, as vezes tinha que pedir pra eles repetirem. E assim fui me virando até chegar em Akron.
Todo mundo que eu falei até agora foi muito solícito. Quando digo que sou brasileira acham o máximo. MEDO. Não sei da fama da brasileirada por aqui, entao deixa quieto.
Em Akron eu encontrei uma das representantes da Kent State que me ajudou nos primeiros passos.
Proximo post: primeiro dia em Kent.
Obs: eu não revisei a ortografia e to escrevendo pelo celular, to indo pelo feeling da coisa. Se tiver algo errado, sinto muito.
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